Já tem a peça. Agora o projeto.
Condições dedicadas a empresas, profissionais e gabinetes de projeto
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Dez anos de reparabilidade: é o prazo que a Sedus declara para os modelos black dot já em catálogo, e a construção vai no mesmo sentido. Os revestimentos não são colados, as espumas não têm CFC e a ficha ambiental aponta para 99 % de material reciclável. Entre as cadeiras de trabalho da Sedus, a zincagem com crómio III e a certificação OEKO-TEX 100 completam o mesmo quadro.
Vista pela manutenção, a família arruma-se em sete. A black dot estofada, de encosto baixo, médio ou alto, assenta em 50 mm de espuma. A net, em membrana com efeito memória, não amarrota e limpa-se com facilidade, o que pesa num escritório em open space. A black dot air veste a malha tridimensional AIR KNIT. A 24, para uso contínuo até 150 kg, pede os tecidos Phoenix, Pure ou Umber ou a pele. O visitante de quatro pernas e o visitante cantilever, estofados ou em membrana, escolhem os pés entre aço, plástico e feltro. A novidade apresentada na Orgatec é a black dot next: design renovado, três encostos (membrana, 3D ou estofado), dois mecanismos, um para desk sharing e outro para postos fixos, e uma construção que a Sedus declara preparada para a economia circular.
A estas juntam-se as versões counter de black dot e net. A família é da Sedus Stoll AG, e os modelos já em catálogo levam a marca Made in Germany. Quando uma peça pede substituição, a La Mercanti identifica-a pelo código do modelo.
Indique-nos os acabamentos que pretende avaliar
A profundidade muda com a versão: 400 mm na black dot, 420 mm na net e na air, sempre com 470 mm de largura. O assento deslizante é opcional e dá 70 mm de curso, de 415 a 485 mm, o que interessa quando a mesma cadeira serve pessoas de estaturas diferentes. Na 24 vem de série, com 495 mm de largura, 420-490 mm de profundidade e estofo mais espesso. Convém decidir antes de encomendar, porque é uma opção do modelo.
A almofada softtouch roda 24° para o interior, 12° para o exterior, e o conjunto sobe e desce 100 mm, entre 200 e 300 mm. A largura muda-se com uma alavanca sob o assento, sem chave. O 4D é opção nas giratórias, com suporte também em alumínio polido, e vem de série na 24. Com o Tipo A, o braço passa a girar 360°. Na nova black dot next, os braços têm design multifuncional, de 1D a 4D, ou podem ficar de fora. Para quem equipa postos partilhados, são estes os movimentos a conferir com cada utilizador.
É uma mola em aço que amortece o peso no momento de sentar, mesmo com o assento na posição mais baixa, e que dispensa a troca do cartucho. Sobe de 420 a 530 mm e vem de série na black dot e na net. Na air é opção: de série leva cartucho a gás, com 400-530 mm. Na 24 o curso é de 420-520 mm. Quem precisa de uma posição muito baixa olha para esta diferença de 20 mm antes de fechar a versão.
A cadeira tem a marca Made in Germany e é da Sedus Stoll AG, empresa de 1871 com sede em Dogern. Da Alemanha vêm perto de dois terços do aço, alumínio e madeira, tudo comprado na Alemanha, e a eletricidade usada é 100 % verde. Para um projeto com requisitos de origem, ficam aqui três dados simples de citar: a marca, a percentagem de compras e o tipo de energia, todos declarados pelo fabricante.
Liga assento e encosto com molas mecânicas sincronizadas, numa relação 1:2,7: quando o encosto recua, o assento acompanha numa proporção menor. O encosto abre até cerca de 32° e pode bloquear-se em 11 posições. A resistência tem regulação rápida patenteada, de 450 a 1500 N, e na versão estofada vai de 450 a 1200 N ou de 550 a 1500 N com a resistência mais intensa. Quem é mais pesado ou mais leve ajusta-a sem ajuda.
A versão counter existe em black dot e net. Cinco gestos ajustam a cadeira alta a um balcão: medir o tampo, acertar o assento, fixar o anel, conhecer as rodas e respeitar a carga.
Antes de pensar na black dot counter, mede-se o balcão, do chão à face superior do tampo. O assento desta versão percorre 630-875 mm, e é nesse intervalo que o balcão tem de caber. Se a medida for a mesma em toda a frente de atendimento, uma única regulação serve para todos os postos; se houver dois níveis, anotam-se ambos antes de escolher o número de cadeiras.
Com a medida na mão, regula-se o assento com o botão. Para descer, a pessoa senta-se e puxa; para subir, levanta-se, puxa e larga na altura pretendida. O objetivo é o mesmo de qualquer posto: antebraços apoiados no tampo e cotovelo perto dos 90°. Faz-se a regulação com a pessoa que vai trabalhar ali, e não com quem instala a cadeira.
O anel para os pés tem 500 mm de diâmetro e regula-se em altura entre 300 e 500 mm. Roda-se o parafuso serrilhado no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio até o anel ficar solto, coloca-se à altura que deixa os pés assentes e aperta-se de novo com firmeza, no sentido dos ponteiros. Volta-se a verificar sempre que a cadeira muda de pessoa ou de balcão.
A versão counter monta rodas autotravantes, e é este o dado a confirmar quando a cadeira trabalha a esta altura. Antes do primeiro uso, tira-se a proteção colorada colocada para o transporte. Depois, a limpeza regular das rodas prolonga a sua duração e protege o pavimento, sobretudo se a cadeira se mover muitas vezes ao longo do turno.
Esta versão está declarada para 110 kg de peso do utilizador, menos do que os 130 kg das giratórias de escritório do mesmo modelo. Num balcão com turnos, o valor confere-se para todas as pessoas que ali trabalham. Se alguém o ultrapassar, o assunto resolve-se antes de a cadeira entrar em serviço, escolhendo outro posto ou outra versão da família.