Qualquer fornecedor consegue dizer uma data ao telefone: custa pouco e agrada muito. O problema é que uma data dita sem a fábrica é um palpite vestido de promessa — e quem paga o palpite, no fim, é a sua obra. Por isso aqui funciona ao contrário: só damos a data que a fábrica assinou, e enquanto ela não existe dizemos claramente «ainda não está confirmado». A recusa incomoda menos do que uma equipa de montagem à espera de um camião que não vem.
A encomenda percorre cinco etapas, e em cada uma sabe três coisas: o que acontece, o que recebe por escrito, e o que pode correr mal ali — com quem o resolve. O orçamento diz o que está incluído e o que não está, pelo nome; a confirmação leva os artigos, os acabamentos e a data subscrita. O distribuidor somos nós, dos escritórios de San Benedetto del Tronto, em Itália: entre a oficina e a sua obra há uma só empresa, e um detalhe combinado na primeira etapa não se perde na quarta.
Abaixo estão as cinco etapas, da primeira mensagem à última caixa no lugar. Um conselho de leitura: não pare no que fazemos quando tudo corre bem — isso prometem todos. Leia o que acontece quando algo emperra: é aí que se escolhe um fornecedor.