Alguém sabe sempre primeiro: uma empresa assinou o arrendamento e ainda não escolheu o mobiliário, um hotel prepara uma renovação que ainda é rumor, um escritório já não cabe no seu piso. Quem sabe raramente trabalha em mobiliário — é o consultor da mudança, o vizinho do parque empresarial, um conhecido do dono. Dizemo-lo com clareza: o saber antecipado tem valor comercial e pagamos por ele — uma comissão acordada antes, por escrito, devida apenas quando o projeto fecha e é pago.
Indicar não exige quase nada: um e-mail, um telefonema ou uma mensagem de WhatsApp com as três linhas que contam — o que se mobila, onde, quando e quem é o interlocutor certo. Depois fala-se, presencialmente ou por videochamada, e assina-se um acordo breve antes de alguém contactar o cliente. Sem quotas, sem zona, sem vínculo: o orçamento, a especificação e a entrega são conduzidos pela equipa de San Benedetto del Tronto. O cliente não paga um euro a mais: a comissão sai da nossa margem, como qualquer outro custo de venda.
Três limites, ditos com total transparência, porque são eles que separam um honorário de uma cunha: nunca o setor público; nunca dinheiro para quem decide a compra em nome do seu empregador ou do seu cliente — pagamos a apresentação, jamais a influência; e se é o arquiteto ou projetista da obra, a sua deontologia vem primeiro: para si existe o canal profissional, com condições declaradas que pode mostrar ao seu cliente.