Knoll: Harry Bertoia — o escultor que fez do arame uma cadeira

Peças Knoll de arame e couro num escritório português Logótipo Knoll

Entre os trinta arquitetos do cânone Knoll há um escultor: Harry Bertoia, o homem que dobrou o arame de aço até o transformar em assento — peças que são desenho no ar, leves à vista e sólidas ao uso. A casa que o editou — fundada por Florence Knoll, 75 anos sob o lema «Modern always» — mantém em produção a Barcelona Chair de Mies, as formas de Saarinen e as linhas office contemporâneas de Lissoni e Barber & Osgerby. E grande parte do fabrico, pormenor que agrada, acontece em Itália.

A La Mercanti fornece o programa completo — Knoll office e os ícones — para escritórios e sedes portuguesas.

Perguntas Frequentes

O que torna as peças de Bertoia únicas?

A origem escultórica: Bertoia trabalhava o metal como arte, e as suas cadeiras são «desenho no ar» — transparentes na sala, generosas no conforto, inconfundíveis na história.

Como se combina o cânone com um escritório atual?

Por registos: os ícones marcam receção e direção, as linhas Knoll office vestem os pisos de trabalho — o mesmo ADN, volumes diferentes.

Como usar peças escultóricas num escritório

Cinco passos para arte que também serve.

Trate-as como esculturas

Posição e luz de galeria, função de cadeira.

Aproveite a transparência

O arame não pesa visualmente: ideal em espaços pequenos.

Contraste com massas

Ao lado de volumes sólidos, o desenho no ar respira.

Não esconda a estrutura

A graça está no metal à vista.

Mantenha o brilho

Cromados pedem pano macio e rotina suave.